

Lê e ouve estas histórias reais de mulheres que acreditaram que o melhor caminho era ter o seu bebé e que fizeram um esforço grande por conseguir ultrapassar as dificuldades. Para isso, não hesitaram em pedir ajuda ao Apoio à Vida.
O Apoio à Vida é tudo para mim...encontrei carinho e amor. Ajudaram-me muito...
Somos bem tratadas e temos tudo para os nossos filhos...
Vim porque queria ter o meu filho e ser feliz...
Eu tinha uma relação meio complicada com o meu namorado...
Os meus pais não me queriam em casa à espera de um filho...
Vim para cá... ajudaram-me a ser mulher... entretanto, tive a minha filha...
Senti-me sozinha naquela altura e elas deram-me a mão... não há nada que pague um filho...
Entrei aqui, na Casa de Santa Isabel, grávida.
Ajudaram-me a arranjar creche para o meu filho, ajudaram-me a tratar dos documentos...
Desde que tive o bebé, não tenho razão de queixa, não me falta nada...
Se estás grávida e precisas de ajuda, bate à porta, que a porta vai ser aberta...
Desde que me lembro, a minha vida nunca foi fácil.
Os meus pais separaram-se quando eu tinha 7 anos. O meu pai bebia e a minha mãe envolvia-se com outros homens. Claro que isto tudo acabava em grandes zaragatas, presenciadas por mim e pela minha irmã. Quando se separaram, eu fiquei com os meus avós e a minha irmã com a minha mãe. O meu pai desapareceu rapidamente da história da nossa vida.
Quando a Teresa percebeu que estava grávida de novo, nem queria acreditar! A primeira filha tinha feito um ano há tão pouco tempo!
Quando os pais souberam que ela estava grávida da Isabelinha, reagiram bem. Mas, desta vez, acolheram muito mal a notícia. Queriam que a Teresa fizesse um aborto. Agora até já era legal! Bastava ir a um hospital... Achavam que ela não tinha competências maternas, emocionais ou financeiras para ter mais um filho.
A Ana Sofia é uma jovem de 21 anos, grávida de 10 semanas a viver em casa dos pais, num bairro camarário da zona oriental de Lisboa.
Os pais não aceitaram a gravidez e o Hugo, seu namorado há 2 anos, também não quis assumir as responsabilidades. Dizia gostar muito dela, mas a relação foi piorando desde que soube que ia ser pai.
Desempregado e sem grandes hipóteses de encontrar um trabalho, não se sentia capaz de ajudar. Afinal também estava assustado, tal como ela, e achava que não seria a melhor altura para terem um filho.
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